Escrita por : Marielly e Lilian
#1ºCapítulo
(S/N) POV's:
A raiva naquele momento era a única coisa que eu sentia do meu pai. Como deixar a Coreia? Minha mãe? Minha vida? Meu deus, meu namorado? E tudo a caso e por causa do bastardo do meu meio irmão -naturalmente eu nunca o vi- e o trabalho de meu pai. Tais coisas me fizeram vim morar com eles.
-Largar a minha vida maravilhosa aqui e me enfiar em um fim de mundo porque um bastardo imprestável que não serve nem pra morar em uma mansão, eu, (s/n) jamais vou me submeter a isso, nunca!- falei enquanto desliguei o telefone na cara de quem se revelava meu pai. "Isso, isso... É inaceitável!" O pior de tudo, disso. É ter que deixar meu namorado... Lindo, gostoso, carinhoso é... é... é... Sei lá, eu estou tão brava que nem minhas palavras vão poder expressar o que sinto agora.
-Alô? - Jun.k, meu amor, sua voz... Vou deixar de escutá-la...
-Oi... - Não me aguentei e meu soluço de um suposto choro apareceu.
-O que aconteceu amor? - sua voz me mostrou sua preocupação.
-Vou te explicar... - falei de forma com que sua preocupação aumente.
-Quando?
-Me encontre naquele lugar, daqui a meia hora.
-O-ok... - Apenas vesti uma roupa casual, não irei ficar com ela por muito tempo mesmo e fui no esperado lugar onde sempre fiquei com Jun.k. Lá talvez seria nosso último encontro, nossa despedida. Ao sair de casa vi um carro estilo esportivo, entrei e fui surpreendida com olhos confusos e preocupados.
-Se prepara pra bomba...
~2:00hrs depois~
-Hummm, mas isso não importa. Nós vamos dar um jeito, viu? - ele sempre me acalma. O abraçei com força e o puxei para perto. Devagar começo alisando seus lisos cabelos escuros e em seguida respiro fundo puxando levemente o tecido da sua camisa. Esse abdômen, esse peitoral... Jun encosta suas costas em algum local desconhecido e me beija, seu beijo me encanta, já fizemos isso tantas vezes... Já conhecemos tão bem a cada um de nós. Entrelaço minhas mãos em seu pescoço e o puxo para baixo, seus rápidos movimentos em segundos conseguiram se livrar de meus shorts e da minha camiseta.
-Espertinho... - sorri safado enquanto puxava sua calça, é qualquer pedaço inútil de pano que me atrapalhe. Em instantes estávamos nus, Jun.k pegou a camisinha e pôs em seu pênis totalmente ereto. Mordi meu lábio inferior e minha vagina começou a sentir toda a energia de Jun.k. Enquanto me penetrava, Jun - apelido que o dei enquanto estamos transando - brincava com meus seios. Mudamos de posição, fiquei por cima de seu corpo fazendo com que todo o seu pênis me entrasse. Já estávamos suados e o quartinho na qual sempre vinhamos parecia mais abafado do que o natural.
-Isso Jun, aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah. Aaaaaaah, vai com força, estamos lá, isso. - Enquanto meus gritinhos eram soltos Jun.k gemia em alto e bom som, me deixando mais excitada e preparada para chegar ao climax.
-A-a-a-a-acho q-u-e v-o-o-o-u go-o-o-zar... AANNNNNNNW - Quando entramos no clímax, pensei e repensei. "Eu quero ficar aqui, com minha mãe, com esse cara maravilhoso. Eu odeio esse bastardo, esse... esse..."
~mais uma noite, perto de Jun.k...~
Mas que caos aqui, esse tédio que irá me deixar transtornada. Um táxi seria possivelmente minha salvação, mas meu "pai super-protetor" inventou de mandar uma limusine, nem preciso dizer que todo mundo olhou pra mim né?! Apesar de todos esses maus gostos, um meu pai acertou em cheio. A beleza e elegância dessa cidade me fascina, mas de qualquer forma, irei morar em um lugar isolado, sendo assim, essa cidade linda e elegante está fora de cogitação. Já havia saído das ruas conturbadas de Londres, indo pelos belos campos verdes e cintilantes avisto minha futura casa, ela é enorme, muito maior que a minha rua. Gigantesca e deslumbrante. Ao chegar na casa, avisto meu pai -aparentemente- feliz.
-Filha.... - ele me abraça.
-Hunf! - eu falo da forma mais fria que encontro, sem retribuir seu abraço.
-Nossa! Como você cresceu! - sua fala saia de forma com que mostrasse: Ele estava em total êxtase.
-Não me venha com essa! Eu devo -ainda- estar brava com você! - o respondi de forma rude e hostil.
-Ora, sei que você vai adorar este lugar! - ele ainda insiste!
-Agora, tchau. Volto daqui a duas semanas. - vi -novamente- meu pai indo embora, -a caso- pro trabalho puxado.
-"Mas que casa em!" - deixei escapar em baixo som, isso é maior por dentro do que por fora!
-Posso ajudar mocinha? Você deve ser a filha pelo qual o Sr. Robert estava esperando. - Que senhorinha simpática!
-Sim, sou eu sim. Será que pode me ajudar? É tudo tão...
-Tão grande? - ela de uma risadinha - Claro que sim. Ah, me desculpe, nem me apresentei, me chamo Rosie.
-Não há nada nisso Rosie, me chamo (s/n). - Rosie parecia legal, aparentava em ter uns 40 anos. Não sei.
-Venha, seu quarto é por aqui. - ela me guiou até ambos.
Enquanto guardava minhas roupas em meu closet. troco de roupa e vou até a cozinha "Meu deus, estou faminta!" peguei um suco de laranja e me sentei na borda da piscina. levemente escuto uma melodia doce ocupar meus pensamentos, "de onde vem isso?" olho em volta e passo a procurar o lugar onde o som provavelmente deve sair e entro em um quarto enorme, lá há alguém tocando piano divinamente bem, chego mais perto e vejo algo que faz com que quase meu coração saltar da garganta. Uma mão grande toca lentamente cada nota, seguindo de um braço que se move de maneira gentil e rápida, costas largas que da vontade de arranhar, um cabelo que parece ter vida própria, mechas longas e um pouco encaracoladas que se moviam de uma forma linda. "Eu quero deitar essa cabeça sobre meu colo e entrelaçar meus dedos nesse cabelo" meu suspiro sai mais alto que o possível, aqueles olhos... Comecei a fitá-los
-Ah, você deve ser a (s/n)! - Seus olhos se aproximaram do meu.
"E você o bastardo. O bastardo mais lindo que eu já vi na minha vida"
-E você, Harry? - O perguntei ele se aproximou e pude perceber que não eram só seus braços que eram fortes. Sua feição parecia feliz, mas ao mesmo tempo duvidosa.
-Então, gostou da nova casa? - Harry chegava cada vez mais perto de mim, e pude perceber, sua boca é perfeita, avermelhada... PARA (S/N)! HARRY É SEU MEIO IRMÃO!!!
-É... Sim, ela é beem aconchegante! - disse olhando em nosso redor.
-Venha! Vamos conversar! - Harry me puxou e nos sentamos em um sofá aparentemente de couro preto.
-Conte-me, como está a Coreia? Está namorando? - ele me perguntava entusiasmado.
-A Coreia, está a mesma. E sim, estou namorando. - a feição de Harry pareceu entristecer
-O que houve Harry? Estás bem? - o perguntei.
-Não estou me sentindo bem, deve ser a dor de cabeça. Tchau (s/n) nos vemos no jantar ou amanhã. - o "bastardo" pois-se a enorme porta do quarto, que esquisito... Em minutos da minha suposta resposta, o entusiasmo de Harry desapareceu.
Harry POV's:
~Flashback on~
-Venha receber tua irmã comigo Harry! Qual o problema? - meu pai me questionava, não quero ver a (s/n).
-Ela é só minha MEIA IRMÃ. E não pai, tenho coisas melhores para fazer. Receba-a só, ela não vai gostar de me ver/conhecer. - Pus-me a subir dois andares de escadas para ir onde eu sempre gostei, desde que minha mãe faleceu.
~Flashback off~
Gente O.o
ResponderExcluir#Amei♥
O-M-G, continua!!!
ResponderExcluirContinuaaaa *-*
ResponderExcluirNão tem continuação ?? Não vai postar mais?
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